Arles

Cheguei em Arles vindo de Marseille de trem, foi uma viagem rápida, decidi conhecer Arles por que é uma cidade com muitos restos romanos, além do roteiro de van Gogh (que eu não fiz, fui desaconselhado quando cheguei na cidade) ele passou algum tempo na cidade de 1888 a 1889, turismo é sua principal atração e também as touradas.

Primeira coisa que vi quando cheguei na cidade foi  a fonte Amédée Pichot que oferece sua silhueta elegante para a curiosidade dos visitantes que se aproximam do centro da cidade pela a sua entrada norte. Expressão de piedade filial, o edifício também evoca a memória de uma linha brilhante de artistas, o Balze, de Avignon. É também o testemunho de uma amizade, de dois homens excepcionais.

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Seguindo em frente, um pouco no alto é fácil encontrar a Arena de Arles, ou o Anfiteatro Romano, sendo um dos mais bem preservados da Provença. Cada arco é sustentado por colunas dóricas e coríntias.

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Dentro do anfiteatro há touradas e espetáculos musicais durante o verão.

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Outra atração de Arles é o Teatro Romano, suas pedras foram usadas em outras construções, suas colunas restantes são chamadas as “duas janelas”.

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Outro ponto alta da visita à Arles é a Igreja St-Trophine que combina um exterior nobre românico do século XII com clautros românicos e góticos. O Portal principal é esculpido com santos e apóstolos.

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Detalhe do portal principal.

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Encontrei também um resto do fórum romano de Arles incrustado em um novo edifício.

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