Dublin

Dublin é uma cidade maravilhosa, foi amor à primeira vista. Embora relativamente pequena, possui muitos pubs e muita diversão que atraem milhões de turista todos os anos. É muito fácil circular pela cidade, os trens suburbanos (DART), que já falei em outras postagens sobre outras cidades, leva você para todo lado, além da infinita quantidade de ônibus municipais circulando. Resolvi pegar um city tour para conhecer melhor a cidade, gosto de city tour, mas esse eu me arrependi, as coisas que eu queria ver com mais detalhes estavam próximas uma das outras e eu poderia ter feito tudo a pé.

Eu adoro castelos e o Castelo de Dublin, fica bem no centro da cidade, fiquei decepcionado, aconselho a fazer a visita guiada para melhor conhecer suas particularidades. É o símbolo da dominação Inglesa, depois do incêndio em 1684 pouca coisa original sobrou, somente a Record Tower.

Eu também adoro igrejas e a Christ Church Cathedral não me decepcionou em nada. Encomendada em 1172 sendo remodelada no séc. XIX. A nave tem belos arcos góticos e ela tem um corredor que passa por cima da rua, ligando a Igreja à Dublinia, um salão neogótico que cobre o período da história da cidade desde 1170 até 1540, é possível fazer uma visita guiada.

Possui também uma cripta curiosa.

Ainda falando de Igrejas, a St Patrick´s Cathedral, maior catedral da Irlanda, Originalmente era somente uma capela de madeira, mas em 1193 foi erguida uma nova igreja de pedra.

Quando fomos pegar o ônibus para o passeio para os Cliffs de Moher, o ponto de encontro foi na Suffolk Street, me deparei com a estátua da famosa Molly Malone. Mas, afinal, quem foi essa pessoa que é alvo de tantos turistas que passam por Dublin todos os dias?

Tema de uma música que leva seu próprio nome, “Molly Malone”, a melodia conta a história de uma linda mulher do século 17, nascida nas províncias de Dublin, vendedora ambulante de peixes, que morreu de febre. Na música, Molly é retratada com uma postura forte e que tinha um trabalho árduo para viver, também diz na letra que, apesar da morte, a bela ainda continua perambulando pelas ruas da cidade.

A principal rua de Dublin é a O´Connell Street, anteriormente projetada para ser uma rua residencial, mas a construção da ponte Carlisle, hoje O´Connel em 1790, a transformou na principal via norte-sul da cidade. A ponte O´Connel é uma das quais cruzam o Rio Liffey. Repleta de lojas de suvenires, a rua fica cheia de gente o dia todo.

O prédio dos correios é um dos poucos que sobrevieram do antigo projeto.

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O Trinity College é a mais importante Universidade da Irlanda, foi fundada pela Rainha Elizabeth I em 1592. Oscar Wilde e Samuel Beckett estudaram lá. Muitos tesouros estão guardados na biblioteca da Universidade como manuscritos com iluminuras dos séculos VII e IX e o Livro de Kells que contém os quatro evangelho em latim. O Trinity College fica perto da estação do DART chamada Pearse Station.

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The Amabassador foi o cinema que mais tempo ficou em operação em  Dublin e estava operacional até 1999. Ficou como um local de música, entre 2001 e 2008. Atualmente o The  Ambassador é como uma sala de exposições e centro de eventos.

O edifício foi construído como parte da Rotunda de um Hospital  em 1764 que era uma sala de reunião e salas de convívio.

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Não dá para perder a Temple Bar, uma rua cheia de pubs, bares, restaurantes, lojas e galerias de arte. Fica entre a Dame Street e o Rio Liffey.

 

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